Teoria do não-objeto Após a leitura do texto Teoria do Não-Objeto , escrito por Ferreira Gullar , a frase "Mas o cubo é tridimensional, ainda possui um núcleo, um dentro que era preciso consumir ..." me gerou a dúvida: Quais são os limites do Objeto para o Não-Objeto? Ou seja, em que ponto um objeto passa a ser um não-objeto? Outra dúvida recorrente durante a leitura do texto (também questionada pela Bianca em sala de aula, durante a discussão conjunta do texto), como saber que o não-objeto, após ser empregado em situações corriqueiras na sociedade, não vai assumir uma funcionalidade específica e fixa, determinada por como os primeiros usuários utilizaram o mesmo? Acredito que essas questões deveriam ser melhor analisadas, empregadas e aprofundadas pelo autor. Até mais =).
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