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"Animação Cultural" por Vilém Flusser (3)

 O "congresso" dos objetos

 Na primeira aula, nos foi apresentado o texto redigido por Vilém Flusser onde o mesmo da voz a uma "manifestação" dos objetos, que por meio dessa ficção filosófica deixam claro que não gostam da maneira com que nós, os seres humanos, tratamos os mesmos, apenas como objetos. Foi pedido para que destacássemos no texto, duas ideias que mais nos impactaram ou durante a leitura e que a partir delas, um parágrafo fosse produzido.

 As partes que mais me impactaram, dentre tantas outras durante a leitura, acabam se completando e se relacionando com o filme O Dilema das Redes.

  •  "A nossa função, os objetos, é animar a humanidade, programa-la" (8º parágrafo) 
  •  "Nós, os objetos, que constituímos a cultura, temos o Direito, inscrito no nosso estar-no-mundo, de animar a humanidade, para que essa funcione em função dos nossos jogos..." (9º parágrafo)
  • Meu parágrafo
  Atualmente estamos expostos e sendo bombardeados com notícias, opiniões e acontecimentos atuais o tempo inteiro, e para ter acesso a toda essa corrente de informações, bastam alguns cliques no celular. Por isso somos o tempo todo influenciados por diferentes ideias em diferentes contextos, em coisas e decisões pequenas como comprar um produto ou adquirir um serviço, até coisas maiores como opiniões políticas, religiosas ou ideologias mais profundas e complexas. Mas quem disse que deixamos o celular de lado? Essa dependência do objeto é uma forte argumentação para a superioridade dos objetos no texto de Flusser e também amplamente apontada no filme, como o vício no pequeno aparelho eletrônico pode influenciar em âmbitos muito maiores. Logo estamos propensos a sermos usados como "peças em um jogo de interesses".
  •  Ideias dos colegas 

  Já vou pedir desculpas pois esqueci de anotar o nome de todo mundo, por isso vou juntar as ideias num mini textinho e deixar elas aqui. A maioria delas se completa bastante, forma uma rede bem bacana.

  • Como o homem se comporta com uma superioridade descabida e sem sentido em relação aos objetos já que nós dependemos deles para muitas coisas, logo, temos uma crise de superioridade sem sentido, já que precisamos e não fazemos muitas coisas sem a maioria deles.
  • Como muitas vezes podemos acabar tratando as pessoas como objetos, a fim de usa-las para alguma coisa. Ou julgamos os outros apenas pelo seu exterior.

Até mais =).



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